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O que é a gestão da superfície de ataque?

A gestão da superfície de ataque (ASM) dá-lhe uma visão contínua, abrangente da organização, para ajudar a reduzir o risco e a reforçar a segurança com as operações de segurança unificadas da Microsoft.
Duas pessoas a trabalhar em computadores

Compreender a gestão da superfície de ataque

À medida que os ambientes digitais crescem, cresce também a complexidade de os manter seguros. Para estar um passo à frente das ameaças em evolução, as organizações precisam de uma forma de monitorizar continuamente todos os potenciais pontos de entrada — dos serviços cloud e pontos finais aos fornecedores externos e aos recursos não geridos. É aqui que entra a gestão da superfície de ataque: simplifica o desafio ao melhorar a visibilidade, reduzir a exposição e permitir decisões mais rápidas e inteligentes que reforçam a segurança global.

Principais conclusões

  • A superfície de ataque inclui todos os pontos em que a sua organização está exposta a potenciais ameaças.
  • A gestão da superfície de ataque ajuda-o a descobrir, monitorizar e reduzir ameaças digitais em todos os ativos, conhecidos e desconhecidos.
  • Uma abordagem bem-sucedida à gestão da superfície de ataque requer visibilidade contínua, prioridades claras e um forte alinhamento com as operações de segurança.
  • A Microsoft tem as ferramentas e a informação para o ajudar a assumir o controlo da sua superfície de ataque e a manter-se à frente das ameaças em evolução.

O que é uma superfície de ataque?

Em cibersegurança, a superfície de ataque refere-se a todos os pontos em que um utilizador não autorizado poderia tentar obter acesso, roubar dados ou perturbar os seus sistemas. São todas as formas como o seu sistema pode ficar exposto a falhas de segurança — intencionais ou não intencionais — que existem nos seus recursos digitais e físicos. À medida que as organizações crescem, usam serviços cloud e trabalham com mais fornecedores contratados, a sua superfície de ataque expande-se — muitas vezes de formas que são difíceis de acompanhar e controlar.

Os principais componentes de uma superfície de ataque incluem:
 
  • Recursos no local. Isto inclui servidores locais, datacenters, estações de trabalho, aplicações internas e dispositivos de pessoas da organização — todos os quais podem conter dados confidenciais ou ser pontos de entrada se não forem mantidos atualizados ou configurados de forma segura.
  • Recursos da cloud. As cargas de trabalho, o armazenamento, as APIs, os contentores e as aplicações SaaS baseados na cloud são agora essenciais para a maioria das empresas — mas também introduzem novos pontos de acesso que podem estar expostos externamente ou passar despercebidos pelas ferramentas de monitorização ou pelas avaliações de risco.
  • Recursos externos. Estes são sistemas diretamente ligados à Internet, como websites, portais de clientes, pontos finais VPN e ferramentas de acesso remoto. Como estão abertos à Internet, estes sistemas são muitas vezes os primeiros locais onde os atacantes procuram pontos fracos.
  • Redes subsidiárias e de terceiros. Os ambientes de parceiros e da cadeia de fornecimento podem ser uma parte oculta da sua superfície de ataque. Se estes sistemas ligados forem comprometidos, podem criar pontos de acesso ocultos ao seu ambiente principal.
Como as vulnerabilidades são exploradas

Cada uma destas áreas pode ter pontos fracos — como software desatualizado, palavras-passe fáceis de adivinhar, serviços mal configurados ou APIs expostas. Os atacantes procuram muitas vezes estas falhas para entrar sem ser detetados, deslocar-se discretamente ou aceder a dados confidenciais. Utilizam táticas como phishing, software malicioso, análise de atualizações perdidas ou encontrar acidentalmente armazenamento na cloud aberto.

À medida que o seu ambiente digital cresce e muda, torna-se mais fácil as coisas passarem despercebidas — e é precisamente aí que os atacantes procuram oportunidades. Sem uma visibilidade clara de todas estas camadas, as equipas de segurança podem deixar escapar ameaças importantes que conduzem a violações de dados, períodos de inatividade ou problemas de conformidade.

O que é a gestão da superfície de ataque?

A gestão da superfície de ataque (ASM) é o processo contínuo de identificar, monitorizar e proteger todos os recursos digitais que podem ser alvo de atacantes. Estes recursos podem incluir:
 
  • Sistemas com acesso à Internet.
  • Serviços Cloud.
  • Pontos finais (como portáteis ou dispositivos móveis).
  • Ferramentas ligadas a fornecedores ou parceiros.
À medida que as organizações crescem e adotam novas tecnologias, a superfície de ataque expande-se — muitas vezes de formas que são difíceis de ver ou controlar.

Manter a segurança requer uma visão em tempo real de todos os sistemas, incluindo:
 
  • Recursos conhecidos.
  • Sistemas desconhecidos ou não monitorizados.
  • Aplicações, serviços ou dispositivos recentemente introduzidos — muitas vezes adicionados sem supervisão de TI.
Os recursos desconhecidos podem incluir uma instância cloud iniciada por uma equipa de desenvolvimento ou uma ferramenta de fornecedor ligada sem o conhecimento de TI.
Esta visibilidade ajuda a fechar lacunas críticas e apoia operações de segurança mais fortes e mais proativas.

Transforme informações em ação

Depois de saber o que a sua superfície de ataque inclui, o desafio seguinte é compreender o que isso significa — e agir. É aqui que a gestão da superfície de ataque gera valor: ao transformar um conjunto complexo de recursos digitais numa visão clara e organizada do que é mais importante para reduzir falhas de segurança.

Ao descobrir continuamente recursos em toda a sua organização — no local, na cloud ou fora da sua rede — um sistema de gestão da superfície de ataque ajuda a identificar o que precisa de proteção. Em seguida, estes recursos são categorizados com base em:
 
  • Nível de exposição.
  • Valor empresarial.
  • Impacto potencial se forem comprometidos.
Com esta visão estruturada, a monitorização em tempo real e as informações sobre ameaças ajudam as equipas de segurança a concentrar-se nas vulnerabilidades que mais importam. Em vez de reagirem a incidentes depois de ocorrerem, as organizações podem manter-se à frente do risco — resolver problemas atempadamente, reduzir os caminhos de ataque e reforçar a sua postura de segurança global.

Avaliar a sua organização

Uma boa gestão da superfície de ataque começa com um processo claro e contínuo que ajuda as organizações a manterem-se à frente das ameaças em mudança. Garante que todos os seus ativos são regularmente descobertos, verificados e mantidos seguros.

O processo inclui quatro elementos essenciais:

1. Identificação. O primeiro passo é descobrir todos os recursos que compõem a superfície de ataque da sua organização.

As vulnerabilidades comuns são:
 
  • Infraestrutura no local. Servidores legados que ainda estão ligados à Internet, mas que já não são mantidos ou atualizados regularmente.
  • Serviços Cloud. Grupos de armazenamento cloud não monitorizados ou mal configurados que permitem, por engano, acesso público a dados confidenciais.
  • Pontos finais remotos. Portáteis de funcionários sem atualizações de segurança ou a executar software antivírus desatualizado enquanto estão ligados a partir do exterior da rede corporativa.
  • Plataformas de parceiros. Sistemas de fornecedores terceiros que estão ligados ao seu ambiente, mas não têm controlos de acesso fortes nem revisões de segurança regulares.
  • TI Sombra: Aplicações SaaS ou ferramentas de colaboração configuradas por equipas individuais sem aprovação ou conhecimento de TI — muitas vezes sem encriptação ou definições de início de sessão seguro.
Tanto os sistemas ativos como os recursos esquecidos ou não utilizados podem criar falhas de segurança se não forem corretamente geridos.

2. Classificação. Depois de ter encontrado os seus recursos, o passo seguinte é organizá-los — pelo que fazem, pela sensibilidade que têm, por quem os detém e pelo grau de exposição que podem ter. Isto facilita a priorização de tarefas pelas equipas de segurança.

As vulnerabilidades comuns são:
 
  • Aplicações Web voltadas para o público que processam dados de clientes.
  • Ferramentas internas sem autenticação adequada.
  • Ambientes de desenvolvimento ou teste com acesso de alto nível.
3. Avaliação de ameaças. Cada recurso é analisado de perto para encontrar quaisquer pontos fracos ou problemas de configuração que possam ser atraentes para os ciberatacantes. Com a ajuda de indicadores de ameaça e pontuações de risco, as equipas de segurança podem concentrar-se nos problemas mais importantes e agir onde isso conta mais.

As vulnerabilidades comuns são:

  • Sistemas desatualizados sem atualizações críticas de segurança, mesmo quando as vulnerabilidades conhecidas estão publicamente documentadas.
  • Portas abertas ou APIs não protegidas.
  • Políticas de gestão de identidade e acesso mal configuradas.
4. Monitorização e análise contínuas. A superfície de ataque está constantemente a mudar à medida que são adotadas novas tecnologias, os sistemas são atualizados ou os serviços mudam para a cloud. A monitorização contínua ajuda a detetar estas alterações em tempo real—revelando exposições emergentes antes de se tornarem pontos de entrada para atacantes.
Isto é importante porque um recurso que estava seguro ontem pode estar vulnerável hoje. Sem visibilidade e análise contínuas, surgem rapidamente pontos cegos, dando aos atacantes a posição de apoio de que precisam.

Em conjunto, estes elementos constituem a base para uma abordagem da ASM baseada no risco, que se adapta à medida que o seu ambiente evolui. Enquanto processo contínuo, a gestão da superfície de ataque ajuda as equipas de segurança a responder mais depressa e com maior confiança.

Principais benefícios e desafios comuns

Principais vantagens para as organizações

Uma melhor perceção do risco ajuda a gestão da superfície de ataque a reforçar a preparação geral de segurança e facilita às organizações agir rapidamente e tomar decisões inteligentes e atempadas.

Alguns dos principais benefícios são:
 

  • Uma visão mais clara do seu ambiente digital, ajudando as equipas a identificar recursos não geridos, ocultos ou negligenciados que podem representar uma ameaça.

  • Resposta a ameaças mais rápida, ao trazer para a superfície as exposições mais críticas em tempo real e ao apoiar uma ação mais rápida e confiante.

  • Maior apoio ao cumprimento regulamentar e à governação, com informações atualizadas sobre os ativos que facilitam o cumprimento dos requisitos de auditoria e regulamentares, como o Regulamento Geral Sobre a Proteção de Dados.

  • Menos interrupções e maior continuidade do negócio, devido à deteção precoce de problemas que podem levar a indisponibilidade, perda de dados ou até mesmo a um ciberataque.

  • Planeamento de segurança mais inteligente, uma vez que os insights da ASM ajudam a orientar decisões de investimento, estratégia de cloud e gestão de risco.

Dificuldades comuns enfrentadas pelas organizações

Embora a ASM ofereça benefícios sólidos, implementá-la de forma eficaz exige coordenação, as ferramentas certas e um esforço sustentado.

Os desafios comuns incluem:
 

  • Demasiados sistemas dispersos por vários ambientes, do local ao híbrido e multicloud, o que dificulta obter uma visão completa.

  • Ferramentas não monitorizadas e ligações externas, que muitas vezes ficam fora da supervisão de TI tradicional e criam pontos cegos ocultos.

  • Pessoal ou automação limitados, dificultando acompanhar novas ameaças ou manter a remediação em dia.

  • Métodos desatualizados como análises ocasionais, que podem falhar a deteção de novos recursos ou alterações que ocorram entre avaliações.

Ao tornar a gestão da superfície de ataque uma parte essencial do seu programa de cibersegurança, pode ficar à frente do risco e proteger o que é mais importante com confiança.

Criar um plano tático

Pôr a ASM em prática começa com um plano claro, um que se adapte à sua configuração, tolerância ao risco e necessidades do dia a dia. Escolha as ferramentas certas para criar uma configuração que suporte visibilidade a longo prazo, segurança e facilidade de gestão.

Desenvolver uma estratégia de ASM

Uma estratégia de gestão da superfície de ataque bem concebida começa por garantir que os seus objetivos de segurança apoiam os objetivos do negócio. Isso significa definir claramente o que se entende por sucesso — como, por exemplo, ter um conhecimento completo dos seus recursos, concentrar-se nas ameaças mais graves e responder a essas ameaças com maior rapidez.

Eis alguns passos importantes para começar:
 

  • Compreender o seu ambiente. Identifique todos os sistemas e serviços em que confia, na infraestrutura no local, cargas de trabalho na cloud, aplicações SaaS, dispositivos remotos e plataformas de fornecedores.

  • Esclarecer funções e responsabilidades. Certifique-se de que todos os membros da sua equipa sabem quem é o responsável por identificar os recursos, avaliar as falhas de segurança e resolver quaisquer problemas que possam surgir.

  • Criar políticas consistentes. Estabeleça diretrizes claras e fáceis de seguir para controlar os recursos, decidir quais as ameaças a resolver em primeiro lugar e garantir que os problemas sejam resolvidos de forma eficaz.

  • Ligue a ASM aos seus esforços de segurança mais abrangentes. Integre com programas existentes, como gestão de vulnerabilidades, deteção e resposta a ameaças, e conformidade, para tirar o máximo partido das informações que está a recolher.

Como acompanhar a mudança

As superfícies de ataque mudam depressa, com novos sistemas, ferramentas e riscos a surgir constantemente. É por isso que a automatização e as ferramentas inteligentes são tão importantes para manter tudo visível e sob controlo.
A tecnologia dá suporte à gestão eficaz da superfície de ataque ao:
 

A SIEM recolhe e analisa dados em tempo real de aplicações, dispositivos, servidores e utilizadores em toda a organização. As ferramentas SIEM dão uma visão clara e completa da sua segurança geral.

O Defender XDR utiliza deteção e resposta alargada com base em IA e automação, para ajudar as organizações a detetar, investigar e responder a ciberataques avançados de forma mais eficiente e eficaz.

Melhores práticas para reduzir o risco

A redução do risco começa com práticas fortes e diárias. Estes passos ajudam a limitar a exposição e a criar uma base de segurança mais resiliente.
 

  • Manter o seu inventário de recursos atualizado. Utilize ferramentas de de descoberta automatizadas para garantir que nada importante é ignorado.

  • Remover ou proteger os sistemas de que já não precisa. Desative as ferramentas que não estão a ser utilizadas ou restrinja o acesso, caso ainda tenham utilidade.

  • Limitar o acesso apenas ao que é necessário. Aplique o princípio do menor privilégio para que os utilizadores e os sistemas tenham apenas o acesso de que precisam, nada mais.

  • Segmente a sua rede para conter ameaças. Divida o seu ambiente em zonas para que, se uma área for comprometida, as restantes permaneçam protegidas.

Sugestões de segurança

Dicas táticas de segurança e medidas de impacto imediato podem ajudar a reforçar de imediato os seus esforços de gestão da superfície de ataque. Aqui estão alguns passos fundamentais que pode seguir.
 

  • Manter os sistemas atualizados. Atualize regularmente aplicações, firmware e sistemas operativos—especialmente recursos expostos à Internet e alvos de elevado valor.

  • Reforce os controlos de acesso. Implemente a autenticação multifator, aplique o acesso baseado em funções e verifique se há abuso de privilégios.

  • Prepare-se para incidentes. Crie planos de resposta para cenários que envolvam recursos desconhecidos ou exposições externas e execute simulações para testar a sua preparação.

  • Comprometa-se com a melhoria contínua. Aproveite as lições aprendidas com os incidentes e as avaliações regulares para aperfeiçoar a sua abordagem ao longo do tempo.

Ao reunir estratégia, automatização e operações robustas, as organizações podem passar de uma segurança reativa para uma proteção proativa. As melhores práticas de gestão da superfície de ataque ajudam a criar uma base sólida para a resiliência, respostas mais rápidas e um maior alinhamento entre a cibersegurança e os objetivos empresariais.

Soluções do Microsoft Security

Adote uma abordagem unificada à proteção contra ameaças com um conjunto de soluções de segurança baseadas em IA da Microsoft, concebidas para o ajudar a detetar, investigar e responder com rapidez e precisão. A deteção e resposta em pontos finais, a deteção inteligente de ameaças, a automatização dimensionável e as capacidades de orquestração, automatização e resposta de segurança ajudam as equipas a gerir e a agir de forma eficiente em relação aos alertas em todo o ambiente digital. Os serviços de deteção e resposta geridos oferecem monitorização contínua, deteção proativa de ameaças cibernéticas e resposta a incidentes liderada por especialistas, como parte de uma experiência unificada de operações de segurança.
Recursos

Saiba mais sobre a gestão da superfície de ataque

Três pessoas sentadas juntas a olhar para um computador portátil.
Solução

Operações de segurança unificadas

Uma plataforma com tecnologia de IA reúne as operações em toda a prevenção, deteção e resposta com uma plataforma com tecnologia de IA.
Um homem sentado no chão a usar um portátil.
Produto

Compreenda a sua superfície de ataque e reduza o risco

Reduza o risco e reforce a segurança com visibilidade total sobre a sua superfície de ataque e a exposição a ameaças cibernéticas.
Uma mulher a segurar um telemóvel e a falar com alguém.
Relatório

Relatório de defesa digital da Microsoft de 2024

Um ponto de observação global com informações sem precedentes sobre as tendências de cibersegurança que afetam todas as pessoas.

Perguntas frequentes

  • A monitorização da superfície de ataque é a observação em tempo real de alterações ou exposições no seu ambiente digital, como novos recursos, configurações incorretas ou vulnerabilidades. A gestão da superfície de ataque é o processo mais amplo e contínuo que inclui a monitorização, mas também envolve a identificação de recursos, a avaliação de riscos, a priorização de ameaças e a redução da exposição ao longo do tempo.
  • Os testes dinâmicos de segurança de aplicações centram-se na análise e teste de aplicações Web para identificar vulnerabilidades a partir do exterior, simulando ataques do mundo real. A gestão da superfície de ataque adota uma perspetiva mais abrangente, identificando, monitorizando e reduzindo continuamente as lacunas de segurança em todos os ativos expostos, e não apenas nas aplicações.
  • A gestão da superfície de ataque dá prioridade à descoberta e monitorização de todos os recursos expostos, conhecidos e desconhecidos, para entender onde existem riscos em todo o seu ambiente. A gestão de vulnerabilidades identifica e corrige fragilidades nesses recursos, normalmente com base em falhas de software conhecidas ou configurações incorretas.
  • A gestão da superfície de ataque ajuda as organizações a descobrir, monitorizar e reduzir a exposição, identificando todos os recursos acessíveis e os possíveis pontos de entrada. A simulação de violações e ataques testa as defesas existentes, emulando de forma segura técnicas de ataque do mundo real para identificar lacunas na deteção e na resposta.

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